«… as medidas de apoio à habitação funcionaram ao contrário do que o governo defendia, a saúde continua caótica, na educação continua sem se resolver o problema da falta de professores, todos os serviços públicos estão com uma tal falta de pessoal que o seu funcionamento está comprometido, a natalidade em Portugal está pelas ruas da amargura e a população portuguesa só não está a diminuir devido à contribuição positiva dos emigrantes, etc. Pagamos tantos ou mais impostos que os países do norte da Europa mas não temos nem uma sobra desses serviços públicos. É este o falhanço que o governo esconde debaixo de polémicas ocas.» Anónimo 14.06.2026, aqui.
“não se fala do imenso falhanço que é esta governação”
Respostas
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Trata-se de um governo minoritário entalado entre dois partidos radicais, um de esquerda e outro de direita. Que impedem toda e qualquer tentativa de fazer reformas.
E ainda por cima com um Presidente da República de esquerda, que apenas faz apelo ao diálogo e mais diálogo, presidências abertas, nomeia apenas os seus apoiantes para os lugares chave da presidência, cria comissões e comissões e está sempre à coca para lhe dar nas orelhas por tudo e por nada.
Que mais poderá um governo fazer nestas condições?-
Coitados.
Talvez o (des)governo com mais imbecis e medíocres do pós 25 de Abril de 1974.
Pede meças a alguns do antes 25 de Abril de 1974.
A bem da nação e do patrão.
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Talvez governar ?????
PS, um partido da esquerda radical…..
Só pensa assim quem têm apenas dois neurónios, o Tico e o Teco. E mesmo esses não falam um com o outro, uma vez que um vive encostado à orelha esquerda e o outro à da direita.
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Eu sei que é um grande desgosto para muitos xuxas de coração, sobretudo os que estiveram na luta para que Portugal não se tornasse na Cuba da Europa e também os xuxas filhos destes que conhecem as histórias dos pais. Com o rumo do seu partido desde o consulado de António Costa.
Mas, as coisas são como são, e o PS se algum dia voltar ao poder, tal como com António Costa, só o poderá fazer na companhia e em total conivência com a extrema esquerda.
Daí a deriva radical em que se meteu e de onde dificilmente poderá sair. Isto se quer ter como companheiros de route os partidos de extrema esquerda.
E estes, não é que sabem disto, e disso se aproveitam e de que maneira. Ambicionando e roendo-lhe as canelas, até que o ultrapassem e releguem para segundo plano, como foi o caso de França.
Onde o líder da esquerda já não é o PS, embora ainda tenha muito poder a nível autárquico, mas sim um senhor da extrema esquerda de nome Jean-Luc Mélenchon. Para quem o PS é um aliado de somenos importância e descartável, e que tem como máxima, que no final apenas ficarão em França eles de um lado e os fascistas do outro.
Não sei se terá razão ou não, dado o exemplo de outros países como o Brasil, mas espero que ele morra antes de tal possa suceder em França.
Por cá, não tenho dúvidas que basta um líder carismático de extrema esquerda para reduzir o PS à imagem do seu homólogo francês.-
Dói, não dói. Este choque sobre a realidade e o futuro do PS?
Sobretudo quem apostou na militância neste partido o seu futuro pessoal e profissional.
A ponto de se perder por completo as estribeiras, e de ser fazer figuras tristes.
Olhe que você não é aqui tão anónimo como pensa e pode ser facilmente detectável. Não se esqueça disso e tenha juizo na sua cabeça que já tem idade para isso.
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Têm noção, que se a acontecer uma coisa dessas, o Chega será governo? Imagine lá, o Carneiro chumbar o OE e ficar com o ónus de ser ele a por o Chega a governar. Lindo!
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