Um crescimento de quase 50% que confirma o país como destino cada vez mais relevante para grandes patrimónios. Em 2021, Portugal tinha 1.462 pessoas com património líquido superior a cerca de 25 milhões de euros. Em 2026, esse número terá subido para 2.187. Segundo a ‘Euronews’, a evolução resulta de uma combinação entre investimento imobiliário, mobilidade internacional de capitais, venda de empresas, qualidade de vida e estabilidade. “Um indivíduo com um património destes tem como principais preocupações a proteção do património, a fiscalidade e a sucessão”, explicou Helena Seruca.
Portugal tem mais 725 ultrarricos do que há cinco anos
Respostas
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A relação entre sistemas políticos, ideologias económicas e a redução da pobreza é um dos temas mais debatidos na ciência política e na economia contemporâneas.
Diferentes visões ideológicas propõem caminhos distintos para organizar a sociedade e gerir os recursos.
Visão dos Modelos Liberais e de Economia de Mercado
Os defensores do liberalismo económico e das democracias capitalistas desenvolvidas argumentam que o foco deve estar na criação de riqueza e na igualdade de oportunidades.
Crescimento Económico: A premissa central é que mercados livres, a propriedade privada e a iniciativa individual geram inovação e eficiência, aumentando o “bolo” económico global.
Redução da Pobreza Absoluta: O objetivo nestes modelos é elevar os padrões de vida mínimos através do emprego e, em muitos casos (como no modelo social-democrata europeu ou no capitalismo nórdico), de redes de segurança social que apoiam os mais vulneráveis sem travar a acumulação de riqueza.
Visão dos Modelos de Extrena Esquerda e Coletivistas
As ideologias de esquerda, especialmente as vertentes mais radicais ou anticapitalistas, focam a sua retórica na justiça social e na eliminação das barreiras de classe.
Foco na Desigualdade: A premissa é que a acumulação excessiva de riqueza por uma minoria resulta na exploração e empobrecimento da maioria. O objetivo teórico declarado é a redistribuição de recursos para garantir que todos tenham acesso a direitos básicos (saúde, educação, habitação).
Resultados Históricos: Na prática, regimes históricos de extrema-esquerda (como o bloco soviético) que eliminaram a propriedade privada e centralizaram totalmente a economia enfrentaram frequentemente estagnação económica, escassez generalizada e falta de liberdades civis.
Ao destruir os incentivos individuais e centralizar o controlo estatal, estes sistemas destroem a criação de riqueza, resultando na generalização da pobreza e na dependência da população face ao Estado para a sua subsistência.
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Ainda bem que há mais ricos, o que deveria realmente preocupar é o aumento das pessoas que vivem no limiar da pobreza.
Mas pronto, nada a fazer, a esquerda gosta e está contente com o aumento dessa faixa social, é quem lhes dá “gasolina” para a cultura da inveja e dor de coto. Mas a esquerda nunca está preparada para esse debate.-
Vê-se bem como o aumento de ricos está a contribuir para o desaparecimento de pobres… Mas a direita acha que está tudo bem.
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